terça-feira, 30 de outubro de 2012
Flotilha.com a bordo do Colibri
O veleiro Colibri timoneado pelo Cmte.Newton acompanhado da imediata Mar-ia Velejadora e o proeiro Pingo ( um cãozinho) constitui-se numa referência de destaque em nossa navegação no Mar de Dentro. Estar a bordo simbolicamente é uma forma de marcar a parceria estabelecida entre Flotilha.com e o Colibri que se manifesta pela importante contribuição, na forma de relatos, que temos publicado.
O Adeus ao Bounty
O Resgate dos Tripulantes
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
HMS Bounty, o pior aconteceu
Notícias dão conta do abandono do HMS Bounty pela tripulação após a embarcação ser alcançada pelo furacão Sandy com ondas de 18 pés e ventos de 40 milhas por hora ao longo da costa da Carolina do Norte. As informações confirmam que 14 tripulantes teriam sido resgatados mas 2 estariam desaparecidos.
Mais informações
domingo, 28 de outubro de 2012
Más notícias para a costa de New York
The height of a surge depends to a great extent on how shallow the water is near the coast. “The shallower the water is, for longer distance, the more vulnerable an area is,” Mr. Fitzpatrick said.
The New York area has extensive shallow water offshore, and was expected to see some of the largest surges — National Weather Service computer models were predicting a storm surge of 6 to 11 feet at Battery Park at the lower end of Manhattan. The surge also could coincide with high tide at about 9 p.m. Monday, with tides even higher than usual because of the full moon.
“It’s kind of a worst-case scenario for the New York Harbor area,” said Alan Cope, a meteorologist with the National Weather Service in Mount Holly, N.J.
Hurricane Sandy is much larger, with greater surge potential, than the devastating Tropical Storm Irene last year, with winds already up to 60 miles an hour over an area more than 500 miles northeast of its center. Adding to the potential for damage was the hurricane’s unusual track. The expected path northwest will trap water against the shores of New York and New Jersey, Mr. Cope said.
“It’s going to blow the water from east to the west and pile it up in Raritan Bay and also pile it up in the western end of Long Island Sound,” he said.
LEIA A NOTÍCIA COMPLETA >>>
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Más notícias para a costa de New York
Um resgate bem executado
Em 2009 m o veleiro Kolibri foi parar na praia e com um grupo de colaboradores foi içado de volta ao mar. Não sabemos como ocorreu o encalhe que teria sido em Bali, Indonesia, na Turtle Island.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Fondos Buitres y la Fragata Libertad
El estadounidense Paul Singer tiene 68 años, está divorciado y es padre de un hijo gay. Gestiona, como director del fondo NML - Elliott Capital Management, un capital superior a 15.000 millones de dólares. Y este fondo, a su vez, es propietario de NML Capital, la empresa que ha conseguido confiscar la fragata argentina Libertad..Singer lleva décadas especializándose en comprar deuda de países como Perú o Congo cuando su valor se encuentra por los suelos para después reclamar un precio mucho más elevado. Opera en Wall Street, es asesor del candidato republicano a la Casa Blanca, Mitt Romney, y uno de los principales contribuyentes a las campañas electorales de este partido. Además, influido por su hijo, quien se casó en 2010 con otro hombre, ha donado más de 12 millones de dólares para las campañas a favor del matrimonio homosexual.
Desde hace varios años, Singer se ha convertido en la pesadilla del Ministerio de Asuntos Exteriores de Argentina. Cada vez que en la Casa Rosada se prepara un viaje se tiene muy presente que los despachos de abogados de Singer permanecen al acecho.
Cuando la presidenta Cristina Kirchner viaja a Estados Unidos la larga mano de Singer ya ha pagado con antelación a jóvenes que reparten folletos contra la política del Gobierno allá donde la Presidenta se presenta.
LEIA toda a notícia >>>> http://www.lanacion.com.ar/1519577-quien-es-el-financista-que-cazo-a-la-fragata-libertad-en-ghana
Desde hace varios años, Singer se ha convertido en la pesadilla del Ministerio de Asuntos Exteriores de Argentina. Cada vez que en la Casa Rosada se prepara un viaje se tiene muy presente que los despachos de abogados de Singer permanecen al acecho.
Cuando la presidenta Cristina Kirchner viaja a Estados Unidos la larga mano de Singer ya ha pagado con antelación a jóvenes que reparten folletos contra la política del Gobierno allá donde la Presidenta se presenta.
LEIA toda a notícia >>>> http://www.lanacion.com.ar/1519577-quien-es-el-financista-que-cazo-a-la-fragata-libertad-en-ghana
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Dommage...
Simona Bellobuono ha ripreso la collisione e disalberamento del Nibbio, storica Passera istriana, avvenuto il 13 ottobre 2012 alla Barcolana Classic
sábado, 13 de outubro de 2012
A Hedge Fund Has Physically Taken Control Of A Ship Belonging To Argentina's Navy
Uma versão um pouco menos superficial e menos tendenciosa do que os próprios jornais argentinos divulgam a respeito da Fragata Libertad pode ser conhecida através do site Business Insider. Interessante a leitura para conhecer melhor o caso.
http://www.businessinsider.com/hedge-fund-elliott-capital-management-seizes-ara-libertad-ship-owned-by-argentina-2012-10
http://www.businessinsider.com/hedge-fund-elliott-capital-management-seizes-ara-libertad-ship-owned-by-argentina-2012-10
Ghana not to release Argentina warship
Um caso com desdobramentos imprevisíveis mas, neste momento, apontando para dificuldades em liberar o navio, peça de grande simbolismo da Marinha argentina.
ACCRA (AFP) - A judge in Ghana on Thursday rejected a bid by Argentina to have one of its warships released from a port near Accra, where it is being held under a court order linked to a debt dispute. “No sufficient basis has been made been made by the applicant (Argentina) to set aside this court order. The motion is dismissed,” said Judge Richard Adjei Frimpong of the Commercial Court in Accra. The frigate Libertad was seized on October 2 under a court order linked to claims by creditors NML Capital, which are suing Buenos Aires over its 2002 bond default. Lawyers acting for Argentina have argued that as a military vessel, the Libertad enjoyed immunity.
ACCRA (AFP) - A judge in Ghana on Thursday rejected a bid by Argentina to have one of its warships released from a port near Accra, where it is being held under a court order linked to a debt dispute. “No sufficient basis has been made been made by the applicant (Argentina) to set aside this court order. The motion is dismissed,” said Judge Richard Adjei Frimpong of the Commercial Court in Accra. The frigate Libertad was seized on October 2 under a court order linked to claims by creditors NML Capital, which are suing Buenos Aires over its 2002 bond default. Lawyers acting for Argentina have argued that as a military vessel, the Libertad enjoyed immunity.
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Ghana not to release Argentina warship
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Ghana decide si libera a la Fragata
La decisión de las autoridades de Ghana de retener a la Fragata Libertad en su puerto tomó "por sorpresa" a las autoridades argentinas, que elaboraron el derrotero del barco escuela "en consulta" con una estrategia de la Cancillería, que decidió impulsar la visita a puertos africanos.
"A diferencia de lo ocurrido en años anteriores, en que el temor de una medida de ese tipo en puertos europeos fue una constante, ahora para nada se había evaluado", dijeron a LA NACION fuentes castrenses consultadas en nuestro país.
Se espera que la justicia de Ghana decida hoy si autoriza o no que el barco zarpe del puerto de Tema, donde se encuentra desde hace una semana, paralizada por una acción legal de los llamados "fondos buitre" en tribunales de Nueva York por un reclamo de deuda impaga. Hasta anoche, no había certeza entre autoridades argentinas sobre la resolución que podría adoptar la Corte Comercial de Accra (capital de Ghana) donde se presentó un recurso para tramitar la liberación del barco.
"Paul Singuer y su fondo de inversión no tienen derecho a retener a la Fragata Libertad", señaló el abogado Larry Otoo, que representa a la Argentina en Ghana, y quien en nombre del país rechazó pagar una fianza de 20 millones de dólares para liberar el simbólico buque escuela.(La Nación)
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Ghana decide si libera a la Fragata
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Mistério de Mulher
A bordo do veleiro Don , acompanhada apenas de sua gatinha Ellen (Feijão ficou para sempre em terra), rumando em direção a um destino que se desenha passo a passo, porto a porto, navega a amazona brasileira dos mares, Izabel Pimentel.
Mistério de mulher...
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Detritos do tsunami chegam aos Estados Unidos
Detritos do tsunami que atingiu o Japão em março de 2011 continuam chegando à costa oeste dos Estados Unidos, trazendo problemas de poluição e proporcionando situações inusitadas. No estado de Oregon, por exemplo, os moradores esforçam-se por limpar as praias e esperam trabalho redobrado com o início das tempestades de inverno.
LEIA MAIS >>>
http://www.bbc.co.uk/news/magazine-19812373
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Detritos do tsunami chegam aos Estados Unidos
domingo, 7 de outubro de 2012
O mais recente caso de refugiados por mar
Subidos a bordo por contingência das condições de miséria, precariedade ou perigo em que se encontram, atravessam mares em busca de outra vida. São os refugiados. Muitos provenientes da África em direção à Europa dos quais um número espantoso não chega ao destino que sonhavam vítimas de naufrágios de suas embarcações precárias.O mais recente, este com final feliz, feliz porque não teve vítimas fatais, ocorreu na Sicilia conforme relata o Corriere della Sera ( a foto não é deste incidente)
Immigrazione, 166 migranti soccorsi a sud di Lampedusa Erano a bordo di una barca in legno di 10 metri in avaria, tra loro 34 donne e due bambini
>>> http://www.corriere.it/cronache/12_ottobre_07/lampedusa-immigrati-soccorsi_82085e10-1059-11e2-9c6c-96f0bb140020.shtml
Para entender a gravidade do quadro dos refugiados >>>
http://malcolmallison.lamula.pe/2011/05/09/emigracion-hacia-europa-crisis-en-el-norte-de-africa-y-derechos-humanos/malcolmallison
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O mais recente caso de refugiados por mar
Hallaron cuerpo del argentino que cayó de su velero al Río de la Plata
Ayer en la tarde fue encontrado sin vida el cuerpo del argentino que cayó al Río de la Plata desde el buque velero "Spray", el pasado 24 de setiembre durante una maniobra de velas y que fue buscado infructuosamente por la Armada Nacional, una embarcación de ADES, un avión y un helicóptero de la Fuerza Aérea durante varios días.
El cuerpo fue avistado en la costa de Colonia, cerca de la Escollera de Riachuelo, desde una avioneta privada que avisó al Aeropuerto del departamento. El Aeropuerto informó a la Prefectura del puerto, que acudió al lugar y recuperó el cuerpo sin vida cuya vestimenta coincidía con la del ciudadano argentino de iniciales H.A.A, de 46 años, desaparecido desde el día mencionado. El mismo había caído al agua sin su chaleco salvavidas a unos 3,5 kilómetros de la costa de Santa Ana.
Hoy los familiares reconocieron el cuerpo y la Jueza actuante, Virginia Guinares, dispuso de la entrega del mismo.
Por otro lado, "las pericias técnicas continúan y los resultados serán elevados de inmediato a la Justicia", informó la Armada.
El País Digital
El cuerpo fue avistado en la costa de Colonia, cerca de la Escollera de Riachuelo, desde una avioneta privada que avisó al Aeropuerto del departamento. El Aeropuerto informó a la Prefectura del puerto, que acudió al lugar y recuperó el cuerpo sin vida cuya vestimenta coincidía con la del ciudadano argentino de iniciales H.A.A, de 46 años, desaparecido desde el día mencionado. El mismo había caído al agua sin su chaleco salvavidas a unos 3,5 kilómetros de la costa de Santa Ana.
Hoy los familiares reconocieron el cuerpo y la Jueza actuante, Virginia Guinares, dispuso de la entrega del mismo.
Por otro lado, "las pericias técnicas continúan y los resultados serán elevados de inmediato a la Justicia", informó la Armada.
El País Digital
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Vento Forte na Mirim
Singrando a Lagoa Mirim ( La Merin), um paraíso ecológico nas páginas do clássico de Décio Emygdio, o veleiro Colibri, inconfundível com seu casco lilás, vai escrevendo um capítulo muito especial de nossa navegação interior.
Parabéns ao Com.Newton e à parceira e imediata Maria Teresa.
domingo, 30 de setembro de 2012
Crucero de la Amistad na Revista Velejar
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Crucero de la Amistad na Revista Velejar
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Intensa búsqueda en Uruguay de un navegante argentino que cayó al Río de la Plata
Un tripulante argentino es intensamente buscado por personal de la Armada uruguaya, luego de haber caído a las aguas del Río de la Plata cuando navegaba en un velero que había partido desde Puerto Sauce a Buenos Aires.
El hecho fue advertido por otro argentino que iba en la embarcación y que pudo ser rescatado tras reportar el accidente ocurrido esta mañana a dos millas naúticas de la localidad uruguaya de Santa Ana.
Los tripulantes viajaban en el velero "Spray", según dijeron autoridades de las fuerzas armadas de Uruguay. La primera información del hecho fue recibida en el Centro Coordinador de Búsqueda y Rescate en el Mar, que decidió el envío a la zona de una lancha, un bote neumático, una embarcación de salvamento y un helicóptero de la Fuerza Aérea.
Los rescatistas pudieron auxiliar a uno de los tripulantes, que estuvo a la deriva durante varias horas y que fue trasladado a un hospital para ser atendido. El hombre desaparecido aparentemente no llevaba salvavidas, según declaró el otro navegante.
Sergio Bique, vocero de la Armada de Uruguay, indicó que el operativo de búsqueda se inició alrededor de las 9.30 y que continuará hasta que haya luz natural. El velero había partido desde Puerto Sauce rumbo a Buenos Aires.
El Clarin, 24/09/12
Video da operação de resgate
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Ventos em Montevidéu
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| Puerto del Buceo |
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| Plaza Independencia |
Não muito longe dali, em Piriapólis, o temporal também trouxe atribulações aos barcos ancorados.
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| Piriapólis ( foto Gustavo González) |
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Barateando a moradia
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| foto O Globo |
Em dezembro de 2011, Leonardo Eloi deixou o confortável apartamento que dividia com dois amigos em Jacarepaguá para viver num pequeno veleiro ancorado na Marina da Glória.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO SITE O GLOBO.RIO
domingo, 16 de setembro de 2012
Veleiro Macanudo:Viagem a Jaguarão
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| Ponte de Rio Grande- Pelotas |
Dia 06 de março de 2012
Iniciada velejada com destino a Jaguarão, saida às 14:30 hs em companhia do Veleiro Allegro do Cmte. Octaviano junto com o velejador Newton Ribeiro com vento moderado de NNE.
Após a boia 22 nos afastamos, devido a diferença de rotas do GPS. O Allegro rumou direto à boia 43, entrada da Barra de Pelotas, enquanto eu seguia pelo canal. Com isso, me atrasei e motoramos todo trajeto do S.Gonçalo e só chegamos ao Clube Saldanha da Gama em torno das 22 horas. Foram percorridas 28,4 mn, em 7 horas, com velocidade média de 4kn e pico de 6,9kn.
Dia 07 de março de 2012
Reiniciamos viagem às 07:30 hs. Vento moderado do NE.
Passamos a eclusa às 09:00 hs, indo até a Ilha Grande, onde pernoitamos sem nenhum incidente. Navegamos 28,1 mn durante 9 horas, com velocidade média de 3,2kn e pico de 5,7kn.
Dia 08 de março de 2012
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| Na Mirim |
Recomeçamos a viagem às 08:00 hr, com vento fraco do NE.
Em Santa Isabel paramos para comprar gelo e peixe.
Navegamos até a Ilha do Mosquito, onde almoçamos a bordo do Allegro. Às 13:00 hs saimos rumo à Lagoa Mirim, agora com vento firme do SE, orçando com motor, para alcançar o Allegro que havia se afastado muito devido eu ter ido de encontro à barranca, na saida da Ilha do Mosquito. Após às 16:00 hs continuei sem motor, agora em través folgado, em direção ao Arroio do Chasqueiro. Adentramos mais ou menos meia milha, onde pernoitamos e jantamos. Nesse dia, percorremos 24,9 mn, durante 8 horas, com velocidade média de 3,4 kn e máxima de 6 kn.
Dia 09 de março de 2012.
Reiniciamos a viagem às 07:10 hs, hoje com vento forte de NE. Na saida do arroio o Allegro encalhou. Desci do Macanudo, encalhando ele com a bolina abaixada e foi ajudar o Allegro. Depois que eles sairam voltei ao meu barco e com a demora tive que motorar para alcançar o Allegro que esta muito distante. Pelo que parece, com a demora de aproximação e a rapidez com que o Allegro se distanciava, presume-se que eles motoravam quase todo tempo. A navegação nesse dia foi muito extenuante porque eu estava com a mestra toda levantada e se parasse para rizá-la o Allegro se afastaria novamente em demasia. O vento de popa a aleta, na ordem dos 18 a 20kn faziam com que o Macanudo ficasse muito instável, principalmente porque ao chegar em Jaguarão notei que o leme estava avariado em vários pontos, tornando-se um pouco flexível. Assim, chegamos à Foz do Rio Jaguarão, onde pernoitamos. Neste dia percorremos 47,9 mn em 9 horas e 38 minutos, com velocidade média de 4,9 kn e máxima de 9,4 kn.
Dia 10 de março de 2012
Recomeçamos a navegar no Rio Jaguarão, às 08:40 hs, com vento de NE moderado a fraco, tendo motorado em vários pontos do Rio devido a calmarias. Nesse trecho foi usado o piloto automáticon por bastante tempo, compensando o esforço demasiado do dia anterior. De fato, foi quando pude avaliar a grande utilidade do piloto automático, liberando-me para apreciar a paisagem inusitada.
Sem incidentes, chegamos ao ICJ às 14:40 hs.
Percorremos 14,9 mn em 5 hs, tendo velocidade média de 3,2kn e máxima de 5,9kn.
(Cmte.Adão de Barros- Veleiro Macanudo)
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Espaço Comercial
Promotional film showing the fantastic 1929 Classic yacht HALCYON. She is operating as a charter yacht around the UK and gives the opportunity to taste the luxury lifestyle at a very reasonable cost. see her website on www.halcyonyachtcharter.com
domingo, 9 de setembro de 2012
De Retorno a Zárate
Depois de seguir com o Crucero de la Amistad até Angra com o veleiro Tango, integrantes da tripulação , de volta à Argentina, reúnem-se para um assado no clube Náutico Zárate .
Os irmãos José Félix e Alberto Poggio( capitão e cronista), Pablo Montserrat, Pablo Prado e Monica Laclau estão entre os presentes.
sábado, 8 de setembro de 2012
Retorno para casa - CNI de Itapuã a Rio Grande
Depois de uns dias agradáveis no Clube Náutico Itapuã resolvemos sair, já que a previsão estava boa . Ventos calmos na segunda ; na terça porrasca; na quarta calmo, de popa e ai por diante .
Eu precisava de calmo para a travessia de Itapuã ao Porto do Barquinho. Então saimos bem cedo do CNI, rumando ao farol com muito pouco vento e uma brumagem sobre o morros, cenário de filme, muito bonito e interessante. Fizemos esse percurso sempre a motor e vela, pois sem o motor caia muito a velocidade, ainda mais rondando todo o tempo dos quadrante de sul e muito calmeiro. Pegamos um entardecer muito lindo, com cores no céu que foram nos acompanhando até desaparecer com o sol na linha do horizonte, do São Simão para o Porto do Barquinho.Fomos desviando de algumas redes, e entramos a noite no porto do Barquinho. Tudo bem ...wpts certinhos, um bom farol e uma boa tripulante na proa cuidando a entrada, pois às vezes tem rede, entre o molhe e o antigo trapiche. Entramos tranquilos, a lua não se fazia presente era uma completa escuridão e fomos parar num trapiche novo, em frente a uma caixa têrmica de um comprador de peixes.
Estavam também mais alguns barcos atracados lá dentro, inclusive o que estava no trapiche, puxou seu barco mais para frente, para podermos atracarmos atrás dele no trapiche novo. Muito gentis os pescadores, pois além de puxarem mais avante, ficaram conosco um bom tempo. Conversamos bastante, principalmente sobre os padrões de suas redes, as que são boieiras para as redes de fundo.Em tempos modernos sempre e bom saber o que há de novo, conhecimento nunca é demais, somos eternos aprendizes. Passamos a noite ali e às quatro horas da manhã, vimos quando eles sairam para pescar;o vento já estava bem mais forte.
Acordamos as sete horas e o vento batia com a previão nordeste forte. Ai seguimos arroio acima até uma curva que é um encanto, super abrigado ,pois ali no trapiche já tinha mar devido o vento estar do lado contrário a correnteza... muita correnteza por ali .
Passamos dois dias ali no paraíso, aproveitamos que a água é muito limpa, e fizemos uma faxina completa no barco.A quantidade de biguás, é impressionante, muitos caramujeiros, que nos premiaram com revoadas ,num vai e vem de um lugar para outro com suas manobras malabaristicas.
Na quinta de manhã amanheceu calmo de oeste e a previsão seria de nordeste, então saimos bem cedo enlouquecendo os biguas... que numa sensacional revoada, acompanhavam na proa do barco, fugindo do Colibri, mas sempre voando no mesmo rumo deram seu show de despedida .Saímos do Porto do Barquinho tomando um café com direito a tudo de bom preparado por minha mulher. Chegando na bóia da ponta do banco do Cristovão Pereira, pegamos o rumo do farol, acompanhando a borda do banco para poder chegar bem perto dele, depois seguir costeando pela praia e pegar o rumo do Dona Maria. Dai depois de chegar ao Dona Maria, rumar para o Bujuru; chegando ao Bujuru abrimos um pouco dele e pegamos o rumo da Barra Falsa, nosso lugar preferido para um bom descanso, além do pitstop do Pinguinho esse sempre presente e atento a tudo.Qualquer barrulhinho ele salta! Conhece o cheiro de terra como nenhum outro este meu velho cãozinho do mar.
À noite começamos a conversar sobre a ida a Merin... pois Tete conhece até o Cebollati, e quer fazer o finazinho da Lagoa como: Santa Vitória ,São luiz e São Miguel indo até o Forte para completar seu curriculum das Lagoas ahahahaha.Amanheceu de nordeste calmo e saimos saboreando um café gostoso, como sempre o café no barco para nós tem mais aroma e sabor. Colocamos as velas para cima e ela pegou no leme e só soltou na entrada do Canal Novo! fominha essa mulher!ahahahaha... depois quando chegamos nas porteiras, fizemos o Canal da Várzea, saindo já na Ponta Rasa. Da Ponta Rasa direto ao Diamante; do Diamante fizemos o canal Miguel da Cunha, e dali até o Iate Clube, chegando no por do sol, uma bela paisagem dos nossos pagos com um ar muito pitoresco dos navios de pesca no porto.Estávamos de volta a nossa bela Rio Grande!!!Somos privilegiados fazendo parte dos que amam o Mar !Desfrutar de todas as belezas que fazem parte dele, realiza o maior sonho deste Velho Lobo do Mar.
E assim foi mais uma velejada do Colibri e sua tripulação, que nunca mais pegue tormentas como a que pegou, que Deus me mantenha lúcido para navegar e poder relatar aos amigos nossas singelas navegadas. A próxima será de novo la Laguna Merin, a lagoa que muito amo e admiro é um fascínio navegar por ela.Bons Ventos!!!
Newton ,Tete e Pinguinho
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Tras vivir 30 años en Barcelona regresó a Uruguay en un velero

Álvaro Fernández es uno de los tantos uruguayos que se fue y ha retornado al país. Pero no fue por una crisis, sino por deseo de aventura. Después de 25 años arriba de un velero, espera rearmar su vida en Uruguay.
Son pocos los que dicen "la mar". Es casi un derecho exclusivo para poetas o personas con una relación muy estrecha con el medio acuático. Este último es el caso de Álvaro Fernández, de 63 años, que convirtió al océano en su trabajo y también en su hogar.
A los 18 años, cuando muchas personas eligen qué camino van a tomar en sus vidas, Álvaro tuvo su primer contacto profesional con los barcos. Sin tener a nadie en su familia que se dedicara a algo parecido, comenzó decidido a trabajar en el Puerto del Buceo. Así nació el amor.
Luego fue marino mercante por 17 años y así, en un barco de bandera argentina, llegó a Barcelona, en donde vivió 30 años, 25 de los cuales pasó en un velero. "Fue por un tema circunstancial. Había una posibilidad para irme y me fui. Y después hubo un ambiente apropiado para estar ahí y me fui quedando", dice.
"Es como una casa pero en miniatura. Como una casa de muñecas", cuenta sobre la vida en un velero. "La ropa tiene siempre un poco de olor a barco" y está haciendo siempre una gimnasia pasiva, agrega aunque admite que es un viaje que no todos pueden emprender. "Hay humedad, frío, cedés en comodidad", dice, y apunta que cosas de la vida cotidiana en "tierra" se pueden volver insoportables en un barco. Por ejemplo, un perfume: "A la semana todo tiene olor a perfume y la gente común no lo entiende" por más exquisita y fina que la fragancia pueda ser.
MEDIO DE VIDA. Lo que para muchos es sinónimo de turismo o solamente un pasatiempo, para Álvaro es su vida. No tiene otra opción que la de llevar el trabajo a casa.
Cuando se instaló en Barcelona y pudo adquirir su propio velero, arreglar otras embarcaciones pasó a ser su sustento. Además, alquilaba su "casa" para que otros la pudieran disfrutar y recorrer numerosos puertos. "Vivir en un velero es una filosofía de vida. Te tiene que gustar. Yo vivía en el barco, trabajaba en el barco y en el mismo barco tenía el taller", reflexiona.
Y esa elección lo llevó a pasar momentos muy duros y otros que agradece haber vivido. Cuenta, por ejemplo, que una vez, durante un día entero navegó con un cachalote (un animal marino que habita en mares templados y tropicales) al lado de su velero. "Era como un perrito faldero", compara.
Pero también fue la naturaleza la que le jugó alguna que otra mala pasada. En general, los contratiempos implicaron vientos difíciles que debió "torear" o, simplemente, dejarse llevar por ellos.
SACRIFICIOS. Álvaro admite que no solo cedió en cuestiones de espacio o de "ropa seca". Su elección de vida lo llevó también a dejar el proyecto de tener una esposa e hijos en segundo plano.
Y, aunque admite que la idea de una "novia en cada puerto" es un mito o un recuerdo de cuando las embarcaciones pasaban meses ancladas en una misma ciudad, sí reconoce que tuvo alguna que otra novia.
A sus 63 años dice que "cuando tenía que hacerlo (formar una familia) estaba navegando y después se me pasó el arroz".
"El barco te genera unos vicios y una rutina de vida que no hay quien los aguante", explica sin remordimiento. "Valió la pena". Y esa vida que eligió le dio muchas satisfacciones.
Además de conocer lugares difíciles de alcanzar con trabajos más tradicionales, pudo ganar, incluso, alguna regata. "A la cuarta operación de columna tuve que dejarlas", dice quien ya tiene siete intervenciones en la espalda.
REGRESO. Más allá de la imagen que se pueda tener de un hombre de mar -solitario y hosco, por ejemplo-, Álvaro nunca viajó solo, exceptuando un par de días en las Islas Baleares.
Tampoco emprendió solo su regreso a Uruguay. Un amigo y un sobrino lo alcanzaron en Barcelona para prenderse a la aventura de la vuelta.
"La situación en España es horrible", dice y afirma que no dejó más que algún amigo. Por mes, mantener a su velero en puerto le costaba unos 2.500 euros (unos 3.000 dólares), además de todos los gastos que conlleva una embarcación. En Uruguay, Piriápolis puntualmente, una amarra cuesta poco más de 300 pesos al día en temporada baja y unos mil en alta. Además, según informaron desde el mismo puerto, existen un montón de beneficios para quienes pasen varios días.
Todo esto y su edad lo decidieron a rearmar su vida en Uruguay. "Quería estar con mi familia: mis hermanos, mis sobrinos, mis sobrinos-nietos".
El 28 de marzo dejó al país que lo había alojado por más de 30 años sin nostalgia y con deseos de emprender una nueva aventura. Tocó, entre otros, Málaga, Islas Canarias, Cabo Verde y Brasil. Fue este último país el que lo retuvo más de lo que esperaba. Y aunque cada día de viaje le llevaba más dinero y lo mantenía lejos de sus seres queridos, Álvaro se mostró siempre tranquilo. Una tranquilidad que solo "la mar" le pudo haber enseñado.
Pasaron días hasta que pudo dejar puerto, ya que las tormentas que había en la región hacían que el camino no fuera nada seguro. Finalmente, recién el 21 de junio se puedo reencontrar con su familia, un mes después de lo planeado.
AVENTURA. "Me queda por conocer mucho más de lo que conocí. Por ejemplo, no conozco nada del Pacífico. Indonesia tampoco", admite. Sin embargo, sus planes a corto plazo son otros. "Es una incógnita, como una aventura nueva", dice.
Por ahora, él y su velero permanecen en el puerto de Piriápolis. "En otros lugares no entra por el calado", cuenta.
El marino tiene esperanzas de poder trabajar de lo que sabe: la reparación de barcos. "Si no buscaré algo en tierra". Aunque nunca muy lejos de "la mar", su único y extenso hogar.
(GUSTAVO J. GONZALEZ PIEDRAS)
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