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sábado, 9 de maio de 2009

Integrando o seu cão ao barco

Miguel Sanctis, o sempre atento responsável pelo site "Conjuminando" envia para a série "Animais a Bordo" de "Crônicas do Flotilha" , o video a seguir. No caso trata-se de um comercial bem dentro do espírito norte-americano de achar soluções práticas para tudo e, ao mesmo tempo, estar sempre criando novos produtos. Se alguém encomendar o produto anunciado, favor enviar ao Flotilha a sua avaliação...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

"Potter", pastor de ovelhas e marinheiro

Mais um integrante de nossa galeria de cães navegadores. Potter , na foto, é um cão Border Collie de 2 anos que trabalha e brinca arrebanhando ovelhas . Nos fins de semana, no entanto, porque ninguém é de ferro, transforma-se em marinheiro e se integra como tripulante ao veleiro Captain ( Jangadeiros) para velejar .

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

"Gatos de Navio" II

A foto foi batida pelo flotilhense Portinho ( Relax) dentro da Barra Falsa do Bojuru. O barco , um CAL, poderia ser o Don Ricardo. O tripulante ( ou é o comandante?) não foi identificado mas parece muito à vontade no ambiente náutico. E inaugura a galeria regional de "gatos de navio"

domingo, 21 de dezembro de 2008

"Gatos de Navio"

Antes que se pense que a presença de animais em embarcações é algum tipo de "cultura inútil" é interessante constatar que há registros bem antigos e significativos deste costume. Gatos, em especial, já tiveram uma função bem importante de combate aos ratos. São os chamados "gatos de navio". Aliás, pelas suas características físicas próprias dos felinos( agilidade, etc.) e considerando também o porte pequeno e hábitos de higiene, gatos são bem mais adaptáveis a viverem dentro de embarcações do que cães, por exemplo. Ou seja, gatos possívelmente sejam dentre os animais domésticos conhecidos, os mais marinheiros. No entanto, entre nossos velejadores parece mais frequente a presença de cães do que gatos a julgar pelo que se observou com respeito aos comentários surgidos sobre Animais a Bordo. Ou não? Lembro que numa regata de Pelotas a Rio Grande, um gato foi a bordo do microtonner Boomerang. Mas há casos célebres. Al Hansen, em sua circumnavegação em solitário na verdade não estava só: acompanhavam-no um cão e um gato. Bem recentemente Izabel Pimentel ( foto) adotou um gatinho chamado Petit Erick ( com tantos que certamente desejariam ir no seu lugar de tripulante!) que a acompanhou durante a Refeno. ( foto Hélio Vianna, Blog da XX Refeno)

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

"Oncas e Orcas"

Dou-me conta, quando disse que a lista de animais a bordo deveria ser maior do que se imagina, que o tema pode ser muito rico dentro da linha de se tentar entender as razões que podem tornar "sair de barco" uma espécie de extensão de nossas vidas particulares a ponto de se constituir num "sonho" de muitos literalmente morar no barco.
E o tema se torna especialmente cheio de desdobramentos e aspectos dignos de observação quando se percebe a capacidade destes animais em se adaptarem, de modo por vezes tão integral, a estas condições.

Vejam só esta descrição do Newton sobre seu cãozinho: " o Pingo conhece toda a Lagoa Mirim e dos Patos,inclusive todas as semanas de turismo no Cebollati e os Encontros da Vela em São Lourenço,gosta muito da Ilha Grande e do Piratini pois sai no rastro dos capinchos como se fosse um grande caçador .Dorme nos beliches de sotavento quando navega a vela ,e quando toca o alarme de ligar o motor fica bem doidinho : é porque vamos navegar. Sobe e desce do trapiche sózinho melhor que nós,não incomoda em nada, beleza"
Para enriquecer a galeria, dois novos "personagens" : o Oncas ( mais abaixo) embarcado com o Joel e a Orca ( bem acima) que acompanha o Miguel Sanchis(parceiro do Conjuminando) . A Orca, por sinal, quebra o paradigma de cães pequenos e pode facilmente ser confundida com mais um tripulante...

"Pingo"

O Angonese, espécie de relações exteriores do "hemisfério sul" do Estado, envia a foto ao lado e lembra do "Pingo, o cãozinho embarcado do Colibri, Cmte Newton Ribeiro - RGYC. Aquele é muito safo. Um pincher bem velhinho, já cego de um olho. Incrível a habilidade com que caminhava no trapiche, sem enfiar as mini-patas nos vãos."
Na realidade, não é difícil dar-se conta, a lista de animais a bordo deve ser maior do que se imagina a reforçar que a vela também pode ser um modo de vida se entremeando às relações sociais, culturais e ecônomicas de uma sociedade. Olhando sob este aspecto, a presença dos animais passa a ser um fato natural. O que vai ser difícil de ver são cães, por exemplo, participando de regatas. Bem, mas não é de duvidar... Qualquer hora, bem pode aparecer alguém cometendo esta maldade...

"Chico", o marinheiro

A companhia de animais em embarcações é um capítulo a parte nos relatos de navegadas.
Consta que havia 14 animais a bordo do Titanic dos quais dois ou três, cães, sobreviveram.
Fico sabendo da cadela Geléia e do cão Walter , este último tripulante do Lumar. Mas há inúmeros outros casos, incluindo também gatos.
Podemos acrescentar a esta lista, o cãozinho Chico (foto) tripulante do Mormaço ancorado em Jaguarão.
Conseguir conciliar a dedicação a um animal com navegar, parece tratar-se de uma arte que mexe com nossos sentimentos.
Só é preciso tomar cuidado com os animais elegidos.
É bom, por exemplo, que não se tratem de papagaios ou répteis. Ou espécimes exóticos.
Voltando ao Lumar, se decidir arriscar-se por águas internacionais, o que não é de duvidar, deve estar atento às regras de alguns países. Na Austrália, por exemplo,(regra que deve ser seguida pela maioria dos países) os animais levados a bordo estão sujeitos a uma série de restrições que inclui não poderem descerem do barco.
Neste caso, além do incômodo, de pouco adiantariam os conhecimentos de inglês do Walter.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Scooby, o aventureiro

Quem chegar ao Iate Clube de Jaguarão vai encontrar hospitalidade, velejadores decididos e um belo cenário com o Uruguai do outro lado do Rio Jaguarão.
Mas vai encontrar também o Scooby atento a todos os movimentos.
Disse-me o zelador que o dono do cão, também funcionário do clube, já tentou levá-lo de volta para casa mas, toda vez, Scooby retorna.
Talvez esteja esperando que em alguma navegada o comandante de um veleiro o convide para ir a bordo e seguir para outros portos.