sábado, 18 de março de 2017

VELEIRO "TOUMAI" - RESGATE E TRIPULANTES


Foi noticiado que um veleiro a deriva, desmastreado e sem tripulação, foi encontrado em 13/03, por pescadores a 150 quilômetros da costa do Rio Grande do Norte. O veleiro foi rebocado por um barco atuneiro para o porto do município de Areia Branca, litoral norte potiguar.
Por sua vez a Marinha do Brasil informou, através de nota, também no dia 13, que o Comando do 3º Distrito Naval tomou conhecimento da situação e apurou que: "No 22 de janeiro de 2017, o Navio Mercante 'NONI', de bandeira das Ilhas Marshall, informou que, ao receber o sinal de socorro do veleiro francês 'Toumai', a cerca de 1000 km da costa do Brasil, resgatou seus 4 tripulantes e seguiu viagem para Nueva Palmira-Uruguai"


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

ENCONTRO DA VELA 2017 - SÃO LOURENÇO RS


Encontro da Vela em São Lourenço (RS) -  foto Rogis Roberto Barbosa

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O NAUFRÁGIO DA NAVEGAÇÃO - Tau Golin

Governo Sartori e sua base parlamentar destroem a perspectiva das águas na infraestrutura do Rio Grande do Sul.

Pelo menos a médio prazo, a extinção da autarquia Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) é o naufrágio de qualquer projeto estruturante do estado quanto a infraestrutura baseada na ocupação do espaço, principalmente na circulação da riqueza e do transporte de massa, incorporando a organização das águas e suas múltiplas utilizações.
Desde a Antiguidade, em especial tendo como referência a prática dos romanos no Ocidente, a ocupação do espaço sempre foi a questão estruturante das sociedades mais complexas, de maior acúmulo e de riqueza.
Passados tantos séculos, o governo Rigotto vai contra a correnteza do que a civilização aprendeu há tanto tempo. Na verdade, apenas amarrou a âncora no pescoço e lançou a ideia nas águas mais profundas do poço da simploriedade, que, como se sabe, são profundas e obscuras. Desde os anos 1950, exceto algumas medidas isoladas, o Rio Grande do Sul foi abandonando os lugares das águas, justamente o estado que deveria ter herdado os ensinamentos do Continente do Rio Grande, um imenso território formado por águas e que fora conquistado e ocupado pelo barco. Por fim, o saudosismo da oligarquia pecuária se impôs como imaginário de classe, sem que a concretude da história conseguisse elaborar um imaginário inspirado da conquista, ocupação e formação do sul do Brasil.
Ao natural, sem investimentos, o Rio Grande existiu, pelas águas circulou suas gentes e mercadorias até as primeiras décadas do século XX. Depois, no aprofundamento do capitalismo sulista, veio o trem. E, a partir da ditadura militar, os oligopólios das montadoras e a pobreza do imaginário de nação dos generais, o negócio das rodovias deceparam os dois pilares da tríade que deu sustentação ao capitalismo meridional.
É certo que recentemente a SPH era somente um farolzinho muito acanhado para o trabalho que se poderia fazer. Não cuidava mais nem da sinalização das hidrovias assoreadas. Afogava-se aos poucos e já estava só nos estertores, morrendo na praia contaminada do Guaíba. Inclusive o seu riquíssimo arquivo já andava aos ventos!
E não se tratava somente de falta de verbas. A péssima administração, em alguns casos era folclórica. Certa feita, uma ordem proibiu a hora-extra. Então, saía um barco de Porto Alegre para revisar as boias dos canais de navegação. Quando chegava naquelas que precisavam reparos, como troca de lâmpadas, e outras miudezas, tinha pouquíssimo tempo para fazer o reparo, pois tinha que retornar ao porto antes do término do expediente. As vezes era o custo de um dia de navegação, com uma equipe a bordo, para trocar a lâmpada de um farolete. A ausência de luz da boia, na verdade, estava no cérebro do administrador.
Historicamente, na conquista e no povoamento, desde o século XVIII, o Rio Grande circulou e se formou pelas águas e seus entornos. Suas capitais – Rio Grande, Rio Pardo, Viamão/Porto Alegre – foram/são portuárias. As principais cidades são litorâneas das águas internas. Mas nas últimas décadas, nenhum governo pensou o estado a partir de sua maior riqueza e condições excepcionais de desenvolvimento – as águas. Não aprendeu com a sua história e com a civilização. O território é o espaço de onde se pensa a organização social. Aliado ao imperativo da rodovia, o RS ainda tem a imaginária troperista e pecuária na formação da identidade. Portanto, vinculou à concepção de desenvolvimento a burrice. A maldição da oligarquia é a herança do tropel da insensatez.
Os rios, lagoas e lagos além de não entrarem na imaginação do planejamento rio-grandense, também se transformaram na cloaca do estado e foram completamente abandonados. De certa forma, a ação do governo Sartori é a tentativa de espanar até a miragem deste descaso.
Sem uma cultura das águas, a história transformada em conhecimento e estética, o tema não se converte em projeto de governo. Por isso, atualmente, qualquer política que retome a vocação do Rio Grande vai precisar de correções consideráveis. Se no passado uma simples lei determinasse que pontes e cabeamentos de fios não pudessem ficar a menos de “x” metros da linha d’água no maior nível, o estrago já teria sido bem menor. Pontes também não poderiam ter pilares no canal principal, etc. etc. É uma questão de visão estratégica. Hoje, pontes, pontilhões – sem falar na rede elétrica – impedem inclusive embarcações miúdas de circularem. Para citar apenas dois fatos que hoje parecem curiosos, até a metade do século XX eram cenas cotidianas: passageiros e mercadorias circulavam pelas lagoas do litoral-Norte, que tinham conexões pelos seus canais navegáveis. A ligação com a capital era realizada por um trem entre Osório e Palmares. Deste município, um vapor mantinha rota pelas lagoas do Casamento, Patos e Rio Guaíba com Porto Alegre. Um vapor também chegava até São Gabriel, navegando pelo Guaíba, Jacuí e Vacacaí.
Nas últimas décadas, não se pensou e muito menos se implementaram hidrovias (ou simples canais navegáveis) para comércio ou lazer nas águas do Rio Grande, exceto as rotas para navios. Inclusive comunidades de pescadores têm dificuldades para navegar devido aos assoreamentos. Tirar uma pá de areia do Guaíba e lagoas é um parto atravessado. Praticamente todas as barras dos rios estão assoreadas enquando a mentalidade do governo é edificar plataformas na Usina do Gasômetro para a população tirar fotografia do pôr do sol.
Ao mesmo tempo, não existe nenhum plano que estabeleça calados para navegação conforme as necessidades dos espaços. Barragens são construídas como unidades isoladas, sem conexões de eclusas ou outros sistemas de passagem de embarcações ou mesmo de peixes. Pelo rio Uruguai não transita mais sequer balsas de madeiras, quando deveria ser o grande estuário do oeste do Brasil. Ao invés de pensarem na livre navegação, como foi em cinco séculos, perde-se a possibilidade de usar as barragens para manter a profundidade e embarcações de grande calado circular entre a barragem de Lages e o Rio da Prata.
Além do aproveitamento do universo existente de rios, arroios e lagoas, em um território de planícies e planaltos, uma elite política com “E” maiúsculo deveria estar pensando em abrir canais, pavimentar e fixar margens, construir obrar permanentes e baratas como são as eclusas. Aliás, algo que a França fez nos séculos XVI e XVII em território acidentado, enquanto no RS se poderia realizar, em muitos casos, com um trator em cima de um flutuante. Mas não necessitamos buscar exemplos tão longe. Aqui, os jesuítas e índios missioneiros pensaram em ligar as bacias do Jacuí-Ibicuí no século XVIII. No século XIX, o barão de Caçapava, presidente da província, reestudou o projeto no século XIX.
A maior gravidade da ausência de políticas para as águas numa visão estratégica estruturante é que o completo abandono do processo fundante do Rio Grande do Sul recebe, agora, a pá de cal sobre a memória. O acervo dessa historicidade, que jamais foi organizado, e que de certa forma a SPH era a única referência, guardiã de registros, transforma-se também num barquinho de papel para o sopro irresponsável do governo, empurrado para o naufrágio do lodo fedorento e poluído do fundo do Guaíba. A maldição do colonato que não se universaliza é achar que uma bodega é mais complexa que um bolicho!
O doloroso é que estamos dentro de um texto de Borges. Aqui a sabedoria não se alaga com seus ritos da dádiva do firmamento aos homens. Precisa se refugiar na frágil torre de algum guardião, mesmo que feita de pau-a-pique, pouco mais que um rancho, para proteger a memória/história de quando “as torrentes respeitavam suas margens”. No entanto, o governo chegou como “o unicórnio ferido [...] para marcar o fim”.
Por certo, caberia a SPH apenas uma parte do complexo universo das águas. De qualquer forma, nenhum governo pensou em formar um gabinete especial, com inserção estratégica no poder e representação de diversos setores implicados, para pensar e elaborar políticas públicas.
Águas no RS vão além da obviedade de perceber a vocação espacial do Rio Grande. É o império da territorialidade. Que vômito do imperceptível regurgita no cérebro do poder e das elites que as transformaram em indigentes culturais e intocáveis pela historicidade?
Este capitalismo eunuco de ideias modernas e de humanização dos espaços, em sua cópula bodegueira e sem ilustração (em que pese suas algaravias discursivas pretensamente modernizantes), apenas pari monstrinhos típicos da amamentação exploratória, apropriando-se das melhores margens, com seus rebentos batizados de “condomínio”, “campo de futebol”, “indústria”, “lavoura”, “restaurante” etc. É incapaz de propor “ocupações” direcionadas à navegação. Porto Alegre, por exemplo, não tem uma única (para ser redundante) marina pública. Os habitantes das cidades litorâneas usam as orlas como plataformas para fotografias, edificar restaurantes, condomínios e shoppings.
O Cais do Porto da capital poderia ser transformado em um complexo cultural, com museus (como o das embarcações), “rionário” (aquários com as espécies das águas do RS), arquivos, bibliotecas, videotecas com temas da memória; ou seja, infinitas possibilidades que dariam consciências à população de sua história e atrairia milhares de estudantes e turistas. Entretanto, este capital territorial e simbólico foi assaltado pelo espírito de bolichão (em que pese a busca de modelos em diversas partes do mundo), lugar para olhar as águas de longe, para comer, beber e defecar. O uso para o lugar em que está o coração do Rio Grande é pífio, típico de uma ode aos costumes rústicos: a comercialização das primeiras necessidades. Comida e bebida para o corpo, nenhuma sinergia para o espírito e a historicidade. E o pior: dependerá de uma clientela local, empobrecida e de duvidável poder aquisitivo. Também a maldição do cais está na iminência de ser transformado numa invernada cavalar, com a perspectiva da cola, olhando sempre para baixo.
Na verdade, o projeto do Cais do Porto é um engodo. O que se chama “revitalização” é uma usurpação do patrimônio público. O negócio ali estabelecido, que impossibilita saberes mais complexos da história e conhecimentos da memória rio-grandense, poderia ser feito, por exemplo, em algum espaço entre o arroio Dilúvio e o estádio Beira Rio, que é praticamente impróprio para a navegação. Assim mesmo, o tema é altamente discutível...
Em tudo, o que se chama de “revitalização” do cais não passa de perfumaria para camuflar o mau odor da especulação imobiliária. Este cheiro aparentemente agradável poderia ficar desde que a centralidade estivesse ancorada nos equipamentos de memória, patrimônio, cultura e uso da navegação.
A extinção da SPH é a comprovação que além da falta de visão, sequer uma gávea inexiste no pequeno mastro do Rio Grande para mirar o horizonte. Neste naufrágio, o governo Sartori entrou com a âncora e a sua base parlamentar com o cabo. Estas mãos sem imaginação lançaram a navegação e a complexidade de seus espaços para o fundo abissal da simploriedade política.
http://www.sul21.com.br/jornal/o-naufragio-da-navegacao/
https://pt.wikipedia.org/…/Categoria:Usinas_hidrel%C3%A9tri…
http://www.wittler.com.br/engenharia/site/default.asp

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

sábado, 5 de novembro de 2016

Um bretão explora a Groelândia durante um ano com uma galinha a bordo


Guirec Soudée, aventurier breton de 24 ans, a survécu à 130 jours d’hivernage au Groenland à bord de son voilier.
Libéré des glaces, il est allé découvrir ce pays magique en compagnie de Monique, sa poule.
Avec son gallinacé et son embarcation, le jeune homme est allé à la découverte du Groenland.
Le réalisateur Jean-Philippe Meriglier, équipé d’un drone, a suivi une partie de cette expédition. Guirec Soudée et Monique naviguent notamment au milieu des icebergs.
La poule et son maître ont aussi visité quelques villages dans des décors somptueux.

LEIA TODA A REPORTAGEM >>> 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

quarta-feira, 27 de julho de 2016

VELEIRO TAIPAN : RELATO DE UM INCIDENTE

Tranquilidade e experiência foram as características que salvaram o veterano navegador argentino Carlos Marcelo Klain. À deriva por nove dias em alto mar entre SC e o RS, Klain sobreviveu a raio, chuva, frio, e o que ele mesmo chamou de uma "terrível tormenta". Perdido no mar desde o dia 13 e resgatado no dia 22, a cerca de 16 quilômetros de distância de Florianópolis – de onde partiu no dia 9 com destino a Argentina – o argentino contou detalhes sobre os dias de solidão que viveu a bordo do barco Taipan.
— Foi muito complicado. Eu ficava rezando muito e pedia a Deus que me salvasse. Uma pequena chuva no dia 13 fez com que um raio atingisse o mastro do veleiro. Com isso a fiação elétrica do motor e os instrumentos de comunicação queimaram. Até aí tudo bem, pois o vento estava me levando para a costa do RS. Mas no sábado, domingo e segunda [16,17 e 18], uma tormenta terrível me atingiu.
O argentino, que mora desde 2013 em Angra dos Reis (RJ), relembrou também que durante os dias de forte chuva – quando, segundo ele, as ondas passaram de 10 metros de altura – precisou fazer um kit de socorros reunindo em uma sacola roupas secas, comida, água e lanternas.

— Eu dormia do lado dessa bolsa e perto do bote pequeno. Não passei fome pois como a viagem era longa eu tinha comida reserva. Mesmo assim foi muito difícil pois as ondas sacudiam o barco e eu sabia que se não tomasse cuidado poderia me ferir.

Ainda no domingo à noite, com o mar mais calmo o vento sul e depois sudeste levou Carlos novamente para a costa catarinense. Na segunda-feira, ainda pela madrugada, o argentino chegou próximo ao Canal Sul, em Laguna. Perto do litoral, um navio pesqueiro avistou o barco de Carlos e a Força Aérea Brasileira e as marinhas da Argentina, do Uruguai e do Brasil fizeram o resgate.

Mesmo abalado pelos dias que passou em alto mar à deriva e ainda com dificuldades para dormir, Klain afirmou que nos próximo dias viaja para o Rio de Janeiro, mas garantiu que volta a SC para fazer novamente a viagem que não conseguiu terminar.

— Vou voltar para Angra dos Reis e esperar o barco ficar pronto. Mas até outubro venho para Florianópolis fazer novamente a viagem.

FONTE A HORA DE SANTA CATARINA

domingo, 15 de maio de 2016

quarta-feira, 6 de abril de 2016

"Wind", the best film of all time about sailing


Final scenes from the Francis Ford Coppola movie : WIND This movie was presented during 1992. The best film of all time about sailing

sábado, 26 de março de 2016

"Working Boats" - Griselda Musset

I am transfixed by watching the guys getting these working boats, dredger and digger-float, under the bridge and into the Basin.
The skies are grey, not much light.
The water is muddy. It's small-scale.
And it's not sexy or brilliant, visually... but I am filled with the images, the ropes, the skill, the shapes. This is just one sketch.

 Griselda Cann Musset

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Resgate de veleiro encalhado

VIDEO ORIGINAL COM COMENTÁRIOS >>>> https://www.facebook.com/125191620853468/videos/995865797119375/

sábado, 30 de janeiro de 2016

Naufrágio do veleiro JOULE -



Publicado por Jean Marc Meunier em Quinta, 28 de janeiro de 2016
Domingo, Enero 24 un Oceanis 48 de alquiler de la empresa "dream yacht charters" se hundió frente a la isla de Guadeloupe. A 12 h 30 locales, el CROSS-AG (CROSS-Antillas Guadalupe) recibe una llamada de socorro desde el Joule, que provenía de Antigua y volvía a Deshaies, informando un daño en el timón. Otro barco de recreo, Dalton, que estaba a su alcance va a su rescate y luego le pasa un cabo de remolque. A las 14 h 15, otra llamada del Joule declarando que tenia una vía de agua imposible de controlar. Tres cuartos de hora más tarde, dos buzos fueron transportados abordo el buque en peligro por aire desde el helicóptero Dragón 971 de la seguridad civil, mientras que los siete tripulantes británicos son transbordados al Dalton en dos viajes. Los dos buzos prueban un nuevo remolque con otro velero que llegó para ayudar, el Liliz. Pero, entonces el Joule se hundia y el remolque se rompe rapidamente. A pesar del arrivo de la lancha del SNSM en refuerzo enviado desde la zona de Pointe-à-Pitre, equipada con bombas, el barco casi sumergido se hundió a 3 millas al norte de de la isla de Kahouanne.Sanos y salvos , los siete miembros de la tripulación fueron llevados a Guadalupe.
Revista www.voilesetvoillers.com

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Dim Dim, um pinguim que se tornou brasileiro

Din Din e Seu João
PINGUIM VOLTA TODOS OS ANOS À CASA DO HOMEM QUE O SALVOU NO BRASIL. Há 4 anos atrás João Pereira de Souza, um pedreiro brasileiro aposentado, salvou um pinguim, que agora se chama Dim Dim, que encontrou encharcado em óleo numa praia perto de sua casa no Rio de Janeiro.Nesse dia, em 2011, ele limpou o pinguim, alimentou-o e quando ele ficou forte novamente, levou-o até à praia para que seguisse o seu destino. Mas, o pinguim decidiu ficar. O pedreiro tentou novamente, com um barco, soltá-lo em alto mar, mas quando chegou a casa, já estava o pinguim novamente à sua espera.O pinguim passa cerca de oito meses por ano com seu amigo João Pereira de Souza, no Brasil. Ele vai para o mar durante dias, ou mesmo meses, mas volta sempre a casa do amigo.Direção e Produção: André PazDireção de Fotografia: Felipe VarandaEdição de Vídeo: Renato Oliveira e André PazAssistentes de Produção: Ella Colley, Linnéa Mellander, Luisa Sobral, Erika Mota, Marina RotenbergMotion Design: Renato Oliveira e Mirjam Egeris KarstoftCâmera: Ella Colley, Linnéa Mellander, Mirjam Egeris Karstoft, Muhammed Korany, John Sapida, Rahaf Alhendi Drone: Ezequiel Soto Som: Ella Colley, Linnéa Mellander, Mirjam Egeris Karstoft, Muhammed Korany, John Sapida, Rahaf AlhendiTrilha: Seuls Instrumental, de Löhstana David, Licensa CC BY 3.0. Realização: Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social (LTDS) da COPPE. Universidade Federal do RIo de Janeiro (UFRJ).Parceria: Voz Nativa, The New SchoolFinanciamento: FAPERJ. Agradecimentos: Bené, Sara, Zenaide e familiares.
Publicado por Ciências Biológicas - Fundação Santo André em Segunda, 25 de janeiro de 2016
PINGUIM VOLTA TODOS OS ANOS À CASA DO HOMEM QUE O SALVOU NO BRASIL. Há 4 anos atrás João Pereira de Souza, um pedreiro brasileiro aposentado, salvou um pinguim, que agora se chama Dim Dim, que encontrou encharcado em óleo numa praia perto de sua casa no Rio de Janeiro.Nesse dia, em 2011, ele limpou o pinguim, alimentou-o e quando ele ficou forte novamente, levou-o até à praia para que seguisse o seu destino. Mas, o pinguim decidiu ficar. O pedreiro tentou novamente, com um barco, soltá-lo em alto mar, mas quando chegou a casa, já estava o pinguim novamente à sua espera.O pinguim passa cerca de oito meses por ano com seu amigo João Pereira de Souza, no Brasil. Ele vai para o mar durante dias, ou mesmo meses, mas volta sempre a casa do amigo.Direção e Produção: André PazDireção de Fotografia: Felipe VarandaEdição de Vídeo: Renato Oliveira e André PazAssistentes de Produção: Ella Colley, Linnéa Mellander, Luisa Sobral, Erika Mota, Marina RotenbergMotion Design: Renato Oliveira e Mirjam Egeris KarstoftCâmera: Ella Colley, Linnéa Mellander, Mirjam Egeris Karstoft, Muhammed Korany, John Sapida, Rahaf Alhendi Drone: Ezequiel Soto Som: Ella Colley, Linnéa Mellander, Mirjam Egeris Karstoft, Muhammed Korany, John Sapida, Rahaf AlhendiTrilha: Seuls Instrumental, de Löhstana David, Licensa CC BY 3.0. Realização: Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social (LTDS) da COPPE. Universidade Federal do RIo de Janeiro (UFRJ).Parceria: Voz Nativa, The New SchoolFinanciamento: FAPERJ. Agradecimentos: Bené, Sara, Zenaide e familiares.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Resgate de uma baleia - o mundo que nos cabe preservar

A female humpback whale had become entangled in a spider web of crab traps and lines.
She was weighted down by hundreds of pounds of traps that caused her to struggle to stay afloat. She also had hundreds of yards of line rope wrapped around her body, her tail, her torso, a line tugging in her mouth.
 A fisherman spotted her just east of the Faralon Islands (outside the Golden Gate) and radioed for help. Within a few hours, the rescue team arrived and determined that she was so badly off, the only way to save her was to dive in and untangle her…. a very dangerous proposition.
One slap of the tail could kill a rescuer.
They worked for hours with curved knives and eventually freed her.
When she was free, the divers say she swam in what seemed like joyous circles. She then came back to each and every diver, one at a time, nudged them, and pushed gently, thanking them. Some said it was the most incredibly beautiful experience of their lives. The guy who cut the rope out of her mouth says her eye was following him the whole time, and he will never be the same. May you be so fortunate …
To be surrounded by people who will help you get untangled from the things that are binding you. And, may you always know the joy of giving and receiving gratitude.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Os botos de Laguna ( Santa Catarina- Brasil)

Borrachinha
 Os botos de Laguna (Santa Catarina,Brasil) que costumam acompanhar os pescadores no Canal do Molhes servindo-lhes literalmente de coadjuvantes na pesca são todos conhecidos pelo nome como se fizessem parte da comunidade.
Borrachinha é um deles.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Águas turvas nas Olimpíadas 2016

Prossegue a discussão a respeito das condições das áreas destinadas às competições náuticas nas Olimpíadas do Rio 2016: especialistas analisam risco da água contaminada para atletas
Médicos alertam que contaminação pode gerar diarreia, vômitos e hepatite.
Infectologista diz que atletas de fora do RJ podem sofrer mais com doenças.

LEIA MAIS >>>>

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/olimpiadas/rio2016/noticia/2015/07/rio-2016-especialistas-analisam-risco-da-agua-contaminada-para-atletas.html

terça-feira, 14 de julho de 2015

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Molhes da Barra de Rio Grande

Molhes da Barra, no Rio Grande, é uma obra de hidráulica marítima de pedras, construído em 1911, com quilômetros de extensão ao mar.
Sua construção visou proteger a entrada e saída de navios do Porto e proteger o canal da formação de bancos de areia.
O molhe leste tem uma extensão de 4600 metros e o oeste 3860 metros.

PASSEIO NA VAGONETE
Acessar pelo facebook
https://www.facebook.com/andre.issi/videos/vb.1445544639/10207217105453036/?type=3&theater

MAIS INFORMAÇÕES
http://hidroviasinteriores.blogspot.com.br/p/investimentos-da-secretaria-especial-de.html  

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Uma fera de regata



Gitana 16, la future bête de course de Sébastien Josse, en 3D. Un film dont je suis très fier, résultat d'un super travail d'équipe.Conception 3D : Olivier Michon. Scénario : bureau d'études Gitana. Direction artistique : Tiphaine Combot-Seta. Réalisation : Christophe Castagne. Sound design : Thomas Sametin. Production : YOL productions et R2 agence digitale.Copyright : Olivier Michon - Gitana SA
Posted by Christophe Castagne on Quinta, 28 de maio de 2015

sábado, 20 de junho de 2015

Guga Buy na volta à América do Sul

José André Zanella

Após uma noite bem dormida num local bem abrigado no Cabo San Isidro, rumávamos para Punta Arenas, quando a Armada do Chile, pelo rádio, começou a emitir avisos de mau tempo. Como nosso destino era um local desabrigado, resolvemos mudar o curso e atravessar o Estreito de Magalhães, no sentido oeste-leste, rumando para Porvenir, uma baía bem abrigada, segundo as cartas náuticas. O Estreito de Magalhães já começava a formar ondas e, quando entramos na baia, parecia estarmos navegando num lago.
Ao chegarmos na Baia Chilota, pouco antes da cidade de Porvenir, por determinação ao Capitania dos Portos ancoramos no meio da baia. Não podíamos amarrar o veleiro no píer, pois ainda não havíamos dado entrada no país. O Capitão dos Portos local esteve a bordo do Guga Buy, conferiu a posição de ancoragem e colocou-se à nossa disposição.
Devidamente ancorados, jantamos e fomos dormir, esperando que o vento que estava por vir não nos causasse problemas. Vã esperança. Pelas 02:30 horas, vento já uivando, Eduardo nos acordou e disse que algo estava errado. Efetivamente, pela carta nautica estávamos próximos a um baixio, evidentemente a âncora havia "garrado" e o barco se afastara da posição original. Eduardo ligou o motor e pediu para levantar a âncora, na tentativa de voltar à posição original. Paulo foi para a proa para tentar subir a âncora.
Qual o que!
O vento aumentou de tal maneira que impediu que o barco se adiantasse, dando fortes golpes, fazendo o veleiro adernar. Em certo momento, o ruído do vento aumentou assustadoramente. Parecia que o barco iria virar. Começamos a juntar os objetos mais importantes em bolsas estanques, acionei o botão de socorro do spot, quando o ruído do vento misturou-se com ruído de arrastar em pedras. O Guga Buy estava encalhando, não sabíamos onde, pois a situação não permitia melhor orientação. O paneiro ficou quase na vertical, não tínhamos apoio para os pés. Consegui pegar o microfone do rádio e pedir auxílio, gritando "may-day". Minha impressão era que o barco fosse emborcar. Eduardo conseguiu, não sei como, colocar o bote na água. A escuridão era total. Depois ficamos sabendo que faltou luz no local, devido à queda de postes provocada pelo vento.
De repente, Paulo viu uma luz vermelha, pensando tratar-se de uma lancha que viria em nosso auxílio. Na verdade, a luz vermelha era de um carro da Armada Chilena. Estava na estrada, a cerca de 200 metros do local do encalhe. Estávamos, literalmente, ao lado da estrada. Com uma lanterna, podemos ver a praia pedregosa a menos de 10 metros. Embora o vento continuasse a nos açoitar violentamente, ficamos mais tranquilos, percebendo que o veleiro estava deitado em chão firme. Pelo rádio, os militares nos informaram que a vela grande estava aberta. O vento a arrancou da retranca, onde estava amarrada e ela ficou batendo violentamente. Eduardo conseguiu baixá-la, também não sei como. Impressionante como Eduardo, na emergência, resolve os problemas.
Mesmo naquela posição, sem apoio para os pés, Eduardo conseguiu fazer uma vistoria preliminar, verificou que havia água misturada com diesel nos armários de boreste.
A maré estava baixando e estávamos quase no seco. Eduardo saltou do barco e foi falar com os militares, pedindo auxílio para retirar eu e Paulo do barco.
No local já havia uma guarnição do Corpo de Bombeiros. Com auxílio de Eduardo e um bombeiro, consegui por os pés em terra firme. Um deles agarrou firmemente meu braço e me conduzia para a estrada. Já apareceu outro, agarrou-me pelo outro braço e quase me arrastavam. O vento dificultava que avançássemos, um deles falava pelo rádio e era orientado pelos que estavam na estrada e que iluminavam o caminho. Lembro que pisava no que parecia areia, mas verifiquei, depois, que estava pisando na neve acumulada sobre a grama cheia de buracos. Vejam só meu estado, confundindo neve com areia. Levaram-me até o caminhão de bombeiros, estava exausto, quase não consegui subir os estribos do caminhão, tremendo de frio e cansaço. No interior do veículo, calefação ligada, aos poucos me recuperei. Minutos após, apareceram com o Paulo, que, igualmente, fora carregado pelos bombeiros.
Ironicamente, enquanto os bombeiros estavam nos ajudando, sua estação foi completamente destruída pelo vento.
Pouco depois, chegou o Eduardo, carregando as bagagens que conseguiu retirar do barco e embarcou na viatura da Armada. Durante todo este tempo, o vento não deu tréguas.
Nos levaram até a Capitania dos Portos, o Capitão estava lá, à paisana, comandando a operação. Nos acomodaram nas dependências da Capitania, oferecendo todo o conforto possível para nosso bem estar. Como havia somente uma cama disponível no alojamento, Paulo a utilizou, eu recostei-me num sofá e Eduardo deitou sobre cadeiras enfileiradas.
Enquanto estávamos na Capitania, uma viatura da Armada ficou no local do evento, cuidando do veleiro.
O vento soprou forte à noite toda.
Pelas 08:30 hs nos serviram café da manhã e o Capitão, que ainda estava lá, tratava da burocracia para nosso ingresso no país, pois nossa entrada deveria ser feita em Punta Arenas. Dado a situação de emergência, foram feitos os procedimentos de entrada provisoriamente, para posterior confirmação em Punta Arenas.
Após o almoço, que a Armada nos forneceu, uma viatura nos levou até um hotel, onde ficaríamos hospedados.
Quando passamos pelo local onde estava o Guga Buy encalhado, a visão da situação foi triste. Aquele veleiro que, durante cinco anos los levou a locais maravilhosos, estava lá, deitado sobre pedras, ao sabor das marés, parecendo desanimado.
Antes de irmos para o hotel, Eduardo foi até o local do evento, numa viatura, quando viu, cravada no chão, uma tala da vela que se soltara. Voou cerca de 200 metros e cravou no chão. Dá para imaginar a velocidade.
Na cidade, conversando com moradores, taxistas - todos já sabiam do evento pois, além de a cidade ser pequena, com 5.000 habitantes, a imprensa já estava divulgando os estragos causados pelo vento - foram unânimes em dizer que foi a primeira vez que, em Porvenir, ocorreram ventos com tamanha intensidade. A velocidade do vento, nos momentos de rajadas, ficou entre 150 e 170 quilômetros por hora.
Dois dias depois, após algumas tentativas, conseguiram retirar o barco do local onde encalhara o levaram no píer dos pescadores. Uma fissura de cerca de 30 centímetros no casco, abaixo da linha d'Água, permitia a passagem de água para o interior, mas Eduardo conseguiu instalar uma bomba de porão mais potente e impediu danos maiores. Resta saber agora, como ficou a quilha. Somente poderemos verificar em Punta Arenas, retirando o barco da água.
Bem, o susto foi grande, entretanto foi o único incidente em cinco anos, desde que saímos do Brasil em 2010.
Passados medo e preocupação, ficou o registro do emprenho da Armada Chilena, que, através de seu Capitão, Tenente 1LT Matias Cánovas Sepúlveda e seus comandados, não pouparam esforços para, além de nos ajudar, minimizar o acontecido e nos deixar com maior conforto possível. Durante todo o resgate, quer da tripulação, quer do barco, estavam presentes, auxiliando e orientando. Também o Corpo de Bombeiros, que é voluntário, e que devem ter tido muito trabalho, pois além da nossa, várias ocorrências exigiam seus serviços.
O barco foi retirado pelos pescadores Danilo e seu irmão, que utilizaram seu barco pesqueiro e que, com a competência que lhes é possível, fizeram o trabalho sem provocar danos maiores. Rebocaram o veleiro até o píer dos pescadores.
Enfim, o susto foi grande, mas o importante é que estamos bem.



Após, uma operação de guerra o Guga Buy sendo desencalhado.
Posted by José André Zanella on Sexta, 19 de junho de 2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Salvando vidas, um exemplo


This Family is Saving the Lives of Thousands of Migrants
While the EU argues over what to do about its migrant problem, one family has taken matters into its own hands.
Posted by AJ+ on Domingo, 31 de maio de 2015
Enquanto a União Européia discute sobre o que fazer a respeito dos refugiados que vem pelo mar fugindo da situação caótica do norte africano e, inclusive, proposta feita pela Inglaterra o ano passado, decidem restringir os recursos para operações de salvamento, uma família toma a questão em suas próprias mãos.

sábado, 30 de maio de 2015

Pescadores da Praia do Moçambique- Santa Catarina- Brasil

Pesca da tainha 2014 !!

Um saída pouco complicada mais com sucesso eu estava la dento com os meus colegas uma remada boa !!!!com patrão João do Lídio,chumbereiro João Pacifico,remeiro Marcinho Nia Vasques,Cano do Geni e Boca Rica (Amilton).

Posted by Nia Vasques on Sábado, 12 de julho de 2014

Uma saída pouco complicada mas com sucesso , uma remada boa !!! Ccm patrão João do Lídio,chumbereiro João Pacifico,remeiros Marcinho Nia Vasques,Cano do Geni e Boca Rica (Amilton). Na Praia do Moçambique(praia Grande ) Floripa SC.

domingo, 24 de maio de 2015

"Hugo Boss"



*Video der Woche** - IMOCA 60 "Hugo Boss", Barcelona World Race 2014-- Alex Thomson Racing**Video of the Week** IMOCA 60 "Hugo Boss", Barcelona World Race 2014
Posted by Sailectron on Quarta, 20 de maio de 2015
*Video der Woche** - IMOCA 60 "Hugo Boss", Barcelona World Race 2014

domingo, 17 de maio de 2015

Entrando no porto com mar revolto


Um a um os veleiros, vários, vão entrando no porto. Com alguma dificuldade pois o mar está revolto, bem revolto.