quarta-feira, 9 de outubro de 2019

domingo, 22 de setembro de 2019

VISITA DE VICTOR FELIPE Y JAVIER PATIÑO AL MUSEO DEL BARCO

Victor Felipe ( velero Soledad) y Javier Patiño en el canal dónde ya estuvieram por largo tiempo con sus veleros Hernan Prado, "El Burro" ( velero Shamrock) y Alejandro ( velero Poroto)

Vista del canal

Shamrock es el primero de abajo. El velero se perdió al salir de Rio Grande para Florianópolis.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

E A RODA DA IDIOTIA CONTINUA GIRANDO - Tau Golin


O projeto para instalar um parque com roda-gigante na orla, praticamente dentro do Guaíba, é a maior estupidez dos últimos tempos. Viola o conceito de que a paisagem é um patrimônio cultural.
Para quem acha os termos idiotia e estupidez muito fortes, pode-se amenizar que é “pouco inteligente”. A novidade está sendo anunciada que "terá no mínimo 80 metros de altura" e “vai invadir o Guaíba”.
A pretensão é instalá-la no único espaço com enseada de relativa profundidade (de fácil dragagem), sem pedra, abrigada e com um molhe construído no passado, que auxilia no uso náutico do Guaíba. Justamente para aquele espaço existe um projeto de Marina Pública, especialmente para veleiros, como existe em Lisboa, Barcelona, etc.
Interditar aquele lugar é retirar a sua vocação natural de capitalização simbólica e real do Guaíba, viola sua história e o conceito de paisagem como patrimônio cultural assegurado em lei. As autoridades (atendendo a especulação) só apresentam e viabilizam projetos "de terra", nada que faça daquela orla maravilhosa, a qual faz inveja ao mundo, o lugar do “universo das águas”. Estão embotadas por qualquer ideia extravagante, as quais continuam impedindo a democratização de acesso à água e potencialize a vocação náutica e sua história de trezentos anos.
E convenhamos, o Guaíba ficaria muito mais interessante com um espaço de marinharia, com trapiches e rampas de uso público, com barcos, escola de vela para crianças, etc. Seria uma faina que embelezaria o Guaíba e a cidade.
Um roda-gigante ali é um crime, pois viola o patrimônio da paisagem cultural, com sua historicidade e bem público.
Porto Alegre continua submetida a projetos esdrúxulos. Gradativamente continuam matando o Guaíba.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

VENDA: LANCHA TEMPEST 19 PÉS








Lancha Tempest, 19 pés, motor Mercury 115 cv, 4 tempos, muito econômico, para 6 pessoas. Tem vários aparelhos náuticos mais o som . Cerca de 170 horas de uso, foi comprada em março de 2015, 0 km, sempre um único dono, ela é mantida numa vaga coberta no Clube Caça e Pesca (Pelotas).
Valor 80 000 reais
Contato direto com o proprietário Ben Hur tel.  53 8402-9967

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Exposição "MUSEU DO BARCO: A Partida do Último Vapor"

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Aspecto da exposição "A Partida do Último Vapor" com uma seleção de fotos, informações  e artefatos pertencentes ao MUSEU DO BARCO projeto desenvolvido por P.R.Baptista.

O expositor com o navegador Alberto Schwonke e Márcia Weymar

Conjuntamente ocorre a exposição de Fotografia "Nossas Águas". Na foto a premiação dos concorrentes.
Exposições abertas ao público na Galeria JM Moraes no Espaço de Arte Ágape.
Visitação - segunda a sexta das 10h às 12h e das 14h às 19h ; sábado das 13h às 17h até o dia 31/08
Endereço - Rua Anchieta, 4480

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

terça-feira, 18 de junho de 2019

quinta-feira, 6 de junho de 2019

sábado, 2 de março de 2019

sábado, 22 de dezembro de 2018

ARA San Juan Simulation (Submarine Implosion + Sinking)

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Structural simulation of the last moments of the submarine from Argentina you probably have heard of. The simulation utilizes new program code for drag and pressure simulation of water to reproduce the dynamics that have acted on the pressure hull. Physical parameters like scale, mass, pressure, density of the water, are accurately simulated.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

domingo, 14 de outubro de 2018

terça-feira, 18 de setembro de 2018

DUELO


Navegando a 25 nós no outono no Mar Báltico, dois veleiros, um clássico de madeira contra um de fibra,5t contra 8t, 9m contra 11m, quilha curta contra quilha longa, GfK contra madeira.

domingo, 12 de agosto de 2018

REGATA NO GUAÍBA

Regata de hobie-cat na abertura do Sulcat, disputada no Guaíba, Porto Alegre, com a participação de André Huyer. . Ao fundo a Usina do Gasômetro. Foto de Ricardo Pedebos

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

ADENTRANDO A LAGOA DOS PATOS

A bordo do veleiro "RUMO SUL" em direção à Itapoã antes de adentrar na Lagoa dos Patos, em companhia do comandante Portinho

sábado, 5 de maio de 2018

BELEZA E ENTROPIA - Tau Golin


Na plasticidade estética e aparentemente equilibrada da natureza existe a força entrópica da desordem. Neste entardecer na enseada do Araçá, na Reserva de Itapuã (Rio Guaíba, Viamão, RS) e sua perspectiva para Oeste, estava contida a tempestade que levou o pânico aos ancoradouros durante a madrugada de primeiro de maio, arrastando embarcações para a praia. Uma noite para jamais esquecer... Poesia e caos!!!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

PIRATARIA EM DECLÍNIO.

Os ataques de piratas no mar em todo mundo estão em seu nível mais baixo em 22 anos, apesar de terem aumentado nas Filipinas e em certas regiões frente à África ainda representarem um perigo, informou o Birô Marítimo Internacional (IMB). No total, foram registrados 180 ataques no ano passado, a cifra mais baixa desde 1995, depois dos 191 incidentes de 2016. A título de exemplo, a Indonésia, o maior arquipélago do mundo no sudeste da Ásia, registrou no ano passado 43 casos em suas águas, menos da metade comparado com os dois anos precedentes. Em compensação, os ataques aumentaram frente às costas das Filipinas (22 em 2017, 10 em 2016), onde os extremistas islamitas multiplicam os ataques contra barcos. No Golfo da Guiné, no sudoeste da África, segue sendo o mais perigoso do mundo. Dos 16 incidentes em todo o planeta, com disparos contra barcos, sete ocorreram nesta região. Também continuam sendo perigosas as águas diante do litoral da Somália.


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

DESTINO SUL - Tau Golin


Navegando em solitário no veleiro Delírio na lagoa dos Patos, indo do farol de Itapuã para Tapes, vivi a experiência de ventos de aproximadamente 51 nós (94.452 km/h). Pela classificação de força 11 na Escala Beaufort, representa situações de tempestade violenta ou tufão. Relatos de Tapes falam em mais de 100 km horários; no Iate Clube Guaíba, em Porto Alegre, registraram 36 nós (66.672 km/h). Antecipar é o procedimento principal em navegação. Ensinamento fundamental de Eric Tabarly, em sua Memórias do Mar. Preparar-se e não ser surpreendido por um evento, saber lidar com os elementos. Cometi alguns erros, dos quais sempre se tiram lições. Poderiam ter sido dramáticos e inclusive levar ao naufrágio, se não tivesse funcionado as técnicas possíveis de manobra no meio do temporal. No geral, teve um erro fundamental de excesso de confiança e perspectiva que redundou em todos os problemas subsequentes. Erro 1: Vinha acompanhando a formação do temporal no horizonte, sobre Tapes e resolvi esperar mais um pouco para fechar a vela genoa de proa e diminuir o tamanho da vela grande. O vento de noroeste/oeste sugeria que o mau tempo poderia não me atingir. Todavia, ele cessou subitamente e, logo, a cabeça do bicho chegou de sudoeste encrespando a superfície da água. Erro 2: Minha perspectiva era de seguir em frente quando o temporal chegasse, ou ficar capeando. Ficar aproado é o procedimento mais adequado, desde que preparado com antecipação, nos grandes ensinamentos de Slocum, Tabarly e demonstrado tecnicamente no salvamento da Expedição Shackleton a bordo de embarcações miúdas. Erro 3: Naquela situação, resolver enrolar a genoa ao invés de baixar a vela grande, que desceria fácil no trilho roletado do mastro. O raciocínio técnico de esconder a genoa atrás da grande para enrolar a vela de proa estava certo, mas a situação não era propícia. Ao fazer a manobra, a panejada da vela, que já estava 50% enrolada, laçou um dos cunhos do mastro com a escota de boreste. Pronto! A bolsa que se formou na metade superior da genoa, com vento de 51 nós, não permitiu mais que aproasse o barco, nem com o auxílio do motor. A única solução era correr com o temporal, empopado, com toda a vela grande içada, cobrindo a bolsa formada pela vela de proa, que, nestes momentos, forma barulho assustador. A quilha longa e o estaiamento do mastro do Delírio fizeram a diferença. Em muitos momentos, o veleiro navegava com a retranca do mastro na água, com o leme sempre respondendo o rumo desejado em popa. Uma corrida louca de volta, torcendo que a força do vento diminuísse até chegar no farol de Itapuã. O percurso de três horas de velejada rumo ao Pontal de Tapes, foi retornado em aproximadamente um terço do tempo. Erro 4: Não ter fixado a filmadora antes no barco, querendo registrar o evento a qualquer custo naquela situação. Por fim, tive que jogá-la para dentro da cabine para não perdê-la. Erro 5: Navegar de chinelo de dedo, algo comum no verão. Numa situação de pauleira e chuva, o chinelo perde aderência e fica escorregadio, comprometendo a mobilidade do navegante. Resultado material: a capa da genoa rasgada e um furo na vela grande causado pela fricção com a ponta da cruzeta do mastro, além da torção da estação de vento provocada pelo temporal. Havia pensado em pousar na Reserva de Itapuã, mas resolvi prosseguir de volta a Porto Alegre para consertos. Apesar do temporal, duas semanas a bordo também tiveram momentos espetaculares no Guaíba e lagoa dos Patos, em locais como o Arado, Reserva de Itapuã e Saco/Bahia/ de Tapes. Conforme a Escala Beaufort, os ventos possuem 13 classificações de forças relacionadas à velocidade média por hora. Com pequenas substituições na designação, mas coincidentes nas velocidades médias, são as seguintes: 0, calma ou calmaria, 0-1 km/h; 1, bafagem, 2-6 km/h; 2, aragem, 7-12 km/h; 3, bonançoso ou fraco, 13-18 km/h; 4, moderado, 19-26 km/h; 5, fresco, 27-35 km/h; 6, muito fresco ou frescalhão, 36-44 km/h; 7, rijo ou forte, 45-54 km/h; 8, muito rijo ou muito forte, 55-65 km/h; 9, duro, 66-77 km/h; 10, tempestuoso ou temporal desfeito, 78-90 km/h; 11, tempestade violenta ou tufão, 91-104 km/h; e 12, ciclone ou furacão, mais de 104 km/h.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

E dizer que tudo começou com uma guerra naval...

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E dizer que tudo começou com uma guerra naval...

domingo, 26 de novembro de 2017

PARTICIPANTE DA REGATA CLIPPER ROUND THE WORLD MORRE EM ACIDENTE

Simon Speirs, de 60 anos, um advogado aposentado que pagou 45 000 libras para tomar parte da Clipper Round the World Race morreu após ter sido
jogado fora do barco quando ajudava a trocar uma vela.
Ele ficou separado do iate de 70 pés embora preso por um cabo de segurança que falhou quando ele foi jogado no mar.

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

RELATOS DO ATLÂNTICO - Tau Golin


VELEJANDO PELO ATLÂNTICO
Estão disponíveis no Youtube os vídeos "A travessia do Atlântico pela rota de Cristóvão Colombo" e "Dois veleiros na costa do Brasil":
A TRAVESSIA DO ATLÂNTICO
Pela rota de Cristóvão Colombo
Tau Golin...
A bordo do veleiro Entre Pólos, do comandante Ademir (Gigante) de Miranda, velejadores brasileiros repetem a travessia de Cristóvão Colombo em seu retorno para a Europa, depois de ter encontrado um novo continente. Em 2008, em uma viagem de 34 dias, singraram a rota Caribe – Açores – Cascais\Lisboa.
Este relato traz informações sobre o projeto de Colombo para realizar a travessia do Atlântico e chegar à Índia pelo poente. Realiza comparações entre as técnicas dos navegadores dos séculos XV e XVI com os velejadores contemporâneos. Além dos ensinamentos históricos, relata uma aventura inesquecível.
https://www.youtube.com/watch?v=SCUPpbX96e0&feature=share
"Dois veleiros na costa do Brasil" conta a história dos veleiros Entre Polos e Passatempo, que nos meses de julho a setembro de 2005, zarparam de Porto Alegre e foram até Fernando de Noronha. Navegaram 3.000 milhas náuticas (5.555 km). Sobre a mesma viagem, Tau Golin, Ademir (Gigante) de Miranda e Adriano Marcelino Machado Marcelino publicaram o livro "Mar de fora".
https://www.youtube.com/watch?v=QZveKo9azJM&t=997s

domingo, 15 de outubro de 2017

ROBERT SCHEIDT NÃO DISPUTARÁ MAIS OLIMPÍADAS

© Fornecido por Fundação Cásper Líbero 
Robert Scheidt tem cinco medalhas olímpicas
O bicampeão olímpico Robert Scheidt anunciou que não irá mais velejar em Jogos Olímpicos. Com isso, ele não estará em Tóquio 2020. O velejador de 44 anos pretende continuar no esporte só que em outras categorias.
“Uma decisão como essa de não dar sequência à minha carreira olímpica, é uma decisão das mais difíceis que tive que tomar na minha vida, são 25 anos de esporte de alto rendimento. Espero poder contribuir da melhor forma para a equipe olímpica, torcer por esse legado, para que esse esporte, que já deu tantas medalhas para o Brasil, continue a ter muito sucesso. E acho que vai ter”, afirmou ele em entrevista ao Esporte Espetacular.
A primeira aparição de Robert Scheidt em Jogos Olímpicos foi em Atlanta 1996, quando ele conquistou ouro na classe laser. Sua segunda medalha de ouro foi em Atenas 2004 na mesma categoria. Além disso, ele tem duas pratas (2000 e 2008) e um bronze (2012). No Rio 2016, ele terminou na quarta colocação da classe laser.
Um dos principais velejadores brasileiros da história, Scheidt citou o fator físico como um dos critérios para a sua decisão. Desde o fim dos jogos do Rio de Janeiro, ele havia começado a disputar na classe 49er com Gabriel Borges.
“O volume de treinamento que eu teria que fazer nos próximos dois anos seria muito grande e eu acabei optando por não dar sequência nesse projeto. Para mim sempre foram importantes duas coisas na minha carreira, gostar do que está fazendo e ser competitivo, chegou o momento que eu não estou me sentindo muito competitivo. Um pouco do fator físico pesou, já que pequenas lesões vão minando sua capacidade de volume muito grande de treinamento, que é o que eu precisaria na classe 49er. E um barco mais radical, comecei a velejar com 43 anos, não é fácil você se adaptar a um barco já vindo de 20 anos navegando em barcos diferentes”, declarou.
“Também um pouco do lado pessoal, familiar, dois filhos em casa, quero passar mais tempo com eles. Toda vez que eu saia eles ficavam me perguntando quando eu ia voltar. Então são coisas que pesam”, completou.

fonte : MSN esporte

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

BAIE DE L'ORPHELINAT ( photo Jérome B. )

O estrago que faz um vento Oeste




terça-feira, 6 de junho de 2017

NÃO SE FAZEM MAIS REGATAS COMO ANTIGAMENTE


O Emirates Team New Zealand capotou seu catamarã na disputa das regatas semifinais da Louis Vuitton America's Cup, um dos principais eventos de vela oceânica do mundo. O acidente ocorreu, na tarde desta terça-feira (6), na baía de Great Sound, nas Bermudas, no quarto duelo contra o Land Rover BAR (Grã-Bretanha). Os neozelandeses, que lideram a série melhor de cinco por três a um, tentaram imprimir maior velocidade após a largada do e o acidente ocorreu. A proa afundou e a embarcação tombou pra frente com três tripulantes lançados na água e os outros três pendurados nos cockpits. Ninguém se machucou e após o acidente, o adversário Land Rover BAR imediatamente desacelerou e o comandante Ben Ainslie ofereceu assistência.
Peter Burling, comandante do barco da Nova Zelândia, admitiu o erro, que resultou em dano significativos para o AC50, catamarã usado nas disputas. "Aceleramos na largada e ficamos muito altos e inclinados para a frente. Achamos que teria uma penalidade a pagar e seguimos os britânicos antes do ocorrido''. A equipe de terra tentará resolver o problema para voltar às regatas na quarta-feira (7). Ventos fortes nas Bermudas podem adiar as regatas, dando mais tempo aos kiwis.
Na outra semifinal, o SoftBank Japan tem vantagem também de 3 a 1 sobre o Artemis Racing (Suécia). Os vencedores se enfrentam em uma outra fase antes da final, que será contra o ORACLE Team USA, atual bicampeão da America's Cup 
FONTE: MSN Esportes.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

sexta-feira, 31 de março de 2017

"MAR ME QUER", LIVRO E DOCUMENTÁRIO DE ISABELLA SOUZA NICOLAS



A cultura marítima é o tema do documentário e do livro "Mar me quer" da jornalista Isabella Souza Nicolas. A imagem é do lançamento em 2015 no Museu Nacional do Mar. O livro e documentário traçam um fio histórico que liga os motivos de nosso “descobrimento” até o panorama da Vela atual passando pelos anos românticos e também vitoriosos de um esporte que teima em manter-se elitista, pelo menos na visão do populacho, fato esse que não agrada a classe e nos intriga quanto ao fato de termos um litoral imenso e tão pouco utilizado, ou no máximo, subutilizado, pois o brasileiro vai até a arrebentação para pegar uma onda e então retorna até a praia. A Vela, um esporte acessível desde a classe média baixa, mas que não desperta ainda interesse é realmente uma incógnita analisada no filme, porém sem resposta plausível.

sábado, 18 de março de 2017

VELEIRO "TOUMAI" - RESGATE E TRIPULANTES


Foi noticiado que um veleiro a deriva, desmastreado e sem tripulação, foi encontrado em 13/03, por pescadores a 150 quilômetros da costa do Rio Grande do Norte. O veleiro foi rebocado por um barco atuneiro para o porto do município de Areia Branca, litoral norte potiguar.
Por sua vez a Marinha do Brasil informou, através de nota, também no dia 13, que o Comando do 3º Distrito Naval tomou conhecimento da situação e apurou que: "No 22 de janeiro de 2017, o Navio Mercante 'NONI', de bandeira das Ilhas Marshall, informou que, ao receber o sinal de socorro do veleiro francês 'Toumai', a cerca de 1000 km da costa do Brasil, resgatou seus 4 tripulantes e seguiu viagem para Nueva Palmira-Uruguai"


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

ENCONTRO DA VELA 2017 - SÃO LOURENÇO RS


Encontro da Vela em São Lourenço (RS) -  foto Rogis Roberto Barbosa